Mensagem de Boas-Vindas

Diretora Clínica HIA

“O Hospital Internacional dos Açores, posiciona-se como uma Unidade de Saúde diferenciada, na Região Autónoma dos Açores, tendo como objetivo a criação de um Hospital de proximidade, para com toda a comunidade que nos procura.

Centrado na humanização da prestação de cuidados de saúde, o nosso enfoque será sempre qualidade e segurança, conjugando profissionais de saúde de renome...
VER MAIS
Mensagem de Boas-Vindas

Presidente do Conselho de Administração

"O projeto do Hospital Internacional dos Açores, nasce da vontade dos seus promotores apoiarem e colmatarem, uma oferta não abrangente na sua globalidade, na Prestação de Cuidados de Saúde Privada na Região.

Com uma estrutura acionista sólida, e forte experiência no que respeita à gestão de Unidades de saúde, o Hospital Internacional dos Açores pretende implementar uma Unidade com uma capacidade instalada abrangente, integrada e diferenciadora...
VER MAIS
Previous
Next

PISOS:

PISO 0

PISO 1

PISO 2

Atendimento Permanente

Unidade de Imagiologia

Bloco Operatório (3 Salas + 1 Híbrida)

Exames Especiais

Zona Administrativa

Restaurante/Snack Bar

Consulta Externa

Área da Mulher

Hospital de Dia

Medicina Dentária

Unidade Funcional de Acidentes & Reabilitação Física

Internamento

Internamento Pediátrico

Cuidados Intensivos Neonatais

Maternidade

Cuidados Intensivos

Internamento

Secções:

Atendimento Permanente

Unidade de Imagiologia

Bloco Operatório (4 Salas)

Exames Especiais

Secções:

Internamento Pediátrico

Cuidados Intensivos Neonatais

Internamento

Maternidade

Cuidados Intensivos

Secções:

Consulta Externa

Área da Mulher

Restaurante/Snack-Bar

Zona Administrativa

Hospital de Dia

Medicina Dentária

Unidade Funcional de Acidentes & Reabilitação Física

Horários & Funcionamento

Em contexto COVID-19 e face à necessidade de reforçar as medidas de proteção dos doentes e da comunidade em geral, foram definidas novas regras para visitantes e acompanhantes no HIA.

Horário de Consultas:

das 08h às 20h

Atendimento Médico Permanente:

24h

Atendimento Médico Pediátrico:

10H – 22H

Horário de Visitas:

das 12h às 20h

Em período de funcionamento pós contexto pandemia/ Covid

O Hospital Internacional dos Açores tem ao seu dispor as seguintes especialidades médicas e cirúrgicas:

É uma área multidisciplinar que assegura o correto tratamento dos Sinistrados, desde o momento do acidente, até e sempre que possível, à sua reintegração profissional, respeitando um conjunto de procedimentos e assistência Clínica.

Anestesiologia é a especialidade que atua de forma a reduzir ou eliminar a dor do utente que é submetido a procedimentos cirúrgicos ou a exames de diagnóstico.

A Angiologia e a Cirurgia Vascular atuam em conjunto. Enquanto a angiologia é a especialidade que se dedica ao tratamento clínico das doenças que envolvem os vasos sanguíneos e os vasos linfáticos, a cirurgia vascular permite o seu tratamento cirúrgico.

Cardiologia é a especialidade que se ocupa do diagnóstico e tratamento das doenças do coração.

Cirurgia Cardiotorácica é a especialidade direcionada para o tratamento cirúrgico de doenças cardiovasculares e torácicas.

Cirurgia Geral é a especialidade que se dedica ao diagnóstico e tratamento cirúrgico das doenças do sistema digestivo, endócrinas, metabólicas ou da obesidade, da patologia da mama e das hérnias, utilizando técnicas de abordagem clássica ou via laparoscópica.

Cirurgia Maxilo-Facial é a especialidade vocacionada para o tratamento de doenças relacionadas com problemas na face, na cavidade oral e na região cervical.

Cirurgia Pediátrica é a especialidade que se dedica ao diagnóstico e tratamento cirúrgico de doenças do recém-nascido, da criança e do jovem até aos 18 anos.

Cirurgia Plástica, Reconstrutiva e Estética é a especialidade que se dedica ao tratamento cirúrgico de doenças e malformações congénitas e adquiridas, de lesões traumáticas da pele e anexos, nos seus aspetos estéticos, morfológicos e funcionais.

Coloproctologia é a subespecialidade que se dedica ao estudo, diagnóstico e tratamento das doenças do intestino grosso (cólon), reto e ÂNUS.

Dermatologia é a especialidade que se dedica ao diagnóstico e tratamento clínico e cirúrgico das doenças da pele e anexos cutâneos, nomeadamente unhas, mucosas, pelos e cabelos.

Endocrinologia é a especialidade que estuda o funcionamento do sistema endócrino, procurando por exemplo, o tratamento da diabetes, obesidade, doenças da tiróide, desequilíbrio da glândula hipófise, distúrbios da menstruação, entre outros.

Gastrenterologia é a especialidade que estuda, diagnostica e trata as doenças do sistema digestivo.

A Genética é a especialidade da biologia que estuda os genes, a hereditariedade e a variação dos organismos, assim como a forma como estes transmitem as características biológicas de geração para geração.

Ginecologia é a especialidade que se dedica à prevenção, diagnóstico e tratamento das doenças do aparelho reprodutor feminino. 

A Hematologia trata doenças benignas e malignas do sangue.

Imagiologia é a especialidade da medicina que utiliza diversos tipos de equipamento para diagnóstico de doenças e patologias.

Imunoalergologia é a especialidade que se dedica ao diagnóstico e tratamento das doenças alérgicas e do sistema imunitário.

Infeciologia é a especialidade que se dedica ao diagnóstico e tratamento das doenças infecciosas, aquelas causadas por bactérias, vírus, fungos, parasitas e outros agentes infecciosos.

Medicina Dentária é a área responsável pelo estudo, diagnóstico, prevenção e tratamento de condições fisiopatológicas que afetam a cavidade oral, os maxilares e as estruturas associadas.

Medicina Física e Reabilitação é a especialidade que se dedica ao diagnóstico e tratamento de deficiências e incapacidades funcionais, tendo como objetivo a promoção da função física e cognitiva, da atividade, da participação e na modificação dos fatores pessoais e ambientais.

Medicina Geral e Familiar é a especialidade responsável pelos cuidados de saúde primários aos utentes e famílias.

Medicina Materno-fetal é a especialidade que corresponde a uma área da obstetrícia, dedicada ao tratamento das doenças da gravidez e do feto.

Medicina Interna é a especialidade médica que avalia e trata o utente adulto e idoso no seu todo, tendo em conta toda a complexidade do organismo humano.

Nefrologia é a especialidade que se ocupa do diagnóstico e tratamento clínico das doenças que afetam o funcionamento dos rins.

Neonatologia é o ramo da pediatria que se dedica às crianças desde o nascimento até aos 28 dias de idade.

Neurocirurgia é a especialidade que se dedica ao diagnóstico e tratamento cirúrgico das doenças do sistema nervoso central e periférico, assim como das doenças da coluna vertebral.

Neurologia é a especialidade que previne, avalia e trata as doenças do sistema nervoso central (cérebro e medula espinhal), e do sistema nervoso periférico (nervos cranianos e raquidianos).

Neurorradiologia é uma especialidade que identifica e avalia a patologia do sistema nervoso, cabeça e coluna.

A Nutrição é a especialidade que se dedica à avaliação das necessidades nutricionais e ao planeamento alimentar.

Obstetrícia é a especialidade que se dedica ao acompanhamento das grávidas durante a gestação, no parto e no pós-parto.

Oftalmologia é a especialidade que se dedica ao diagnóstico e tratamento das doenças relacionadas com o olho.

A Oncologia médica estuda e trata diferentes tipologias de cancro.

Ortopedia é a especialidade que se dedica ao diagnóstico e tratamento médico e cirúrgico das doenças do sistema locomotor, como ossos, músculos, ligamentos e articulações.

Otorrinolaringologia é a especialidade que se dedica ao diagnóstico e tratamento médico e cirúrgico das doenças relacionadas com os ouvidos, nariz, garganta, cabeça e pescoço.

Pediatria é a especialidade que se dedica à assistência à criança e ao adolescente, seja de forma preventiva ou curativa.

Pneumologia é a especialidade que se dedica à prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças do sistema respiratório.

Psicologia é a especialidade que se dedica ao estudo e análise do comportamento e dos processos mentais.

Psiquiatria é a especialidade que se dedica à prevenção, diagnóstico e tratamento dos transtornos mentais e de comportamento.

Reumatologia é a especialidade que se dedica ao tratamento das doenças que afetam as articulações, os ossos, os músculos, os tendões, e os ligamentos, designadas de doenças reumáticas.

Senologia é a subespecialidade que se dedica ao diagnóstico, estudo e tratamento das doenças da mama.

Urologia é a especialidade que se dedica ao diagnóstico e tratamento médico e cirúrgico das doenças do sistema urinário feminino e masculino e do aparelho genital masculino.

O impacto do cancro da próstata na sexualidade dos homens

Em primeiro lugar convém esclarecer que nem todos os homens diagnosticados com cancro de próstata têm de receber tratamento ativo. Isto porque existem cancros de próstata pouco agressivos e com baixo potencial de disseminação. A investigação básica e clínica está cada vez mais focada na deteção precoce e identificação dos tumores com maior agressividade e letais, estes sim, passíveis de tratamento mais precoce com intuito curativo.

As repercussões dos tratamentos do cancro de próstata sobre a sexualidade dos homens e das suas parceiras são múltiplas e com impacto muito significativo desde a diminuição do desejo sexual, a disfunção eréctil, distúrbios ejaculatórios e orgásticos, perda de urina durante o orgasmo, até dor sexual.

O impacto inicial é psicogénico, na altura do diagnóstico, porque o doente é confrontado com uma doença cancerosa potencialmente letal e com morbilidade acentuada na fase avançada. Por este motivo é fundamental o papel do urologista na desmistificação da gravidade da doença, através de uma correta estratificação de risco. Uma boa relação conjugal ou similar com apoio da parceira, é extremamente importante e estrutural para diminuir este impacto.
Algumas opções de tratamento implicam o uso de fármacos que atuam na produção e ligação da testosterona às células da próstata, provocando diminuição da libido, quer dizer, do interesse sexual. Esta é uma consequência endocrinológica.

Em resumo as consequências do cancro de próstata sobre a sexualidade dos homens e das suas parceiras são múltiplas e com impacto muito significativo desde a disfunção eréctil, diminuição do desejo sexual, problemas ejaculatórios e orgásticos, até à dor sexual.

Ausência de libido

Acredita-se que que há uma percentagem enorme de homens que ficam impotentes com os tratamentos, mas isso depende sempre da modalidade de tratamento escolhida. Os doentes submetidos a manipulação hormonal, terão ausência de libido, na esmagadora maioria dos casos, total. Este efeito perdura até cerca de 18 meses após a paragem dos fármacos. Os doentes submetidos a prostatectomia radical tem em média uma disfunção eréctil total ou parcial de cerca de 50-70%, com 100% de anejaculação, uma vez que os canais deferentes e as vesículas seminais estão ausentes. Já nos doentes submetidos a radioterapia os dados disponíveis apontam para um intervalo entre 70-80% de perturbação na esfera sexual, nas suas diferentes componentes: disfunção eréctil, orgástica ou ejaculatória, tanto mais que nestes casos acrescem os efeitos da manipulação hormonal.

Interessantes são os dados publicados num estudo escandinavo, em que num universo de 7000 doentes com cancro de próstata, o grupo que não foi submetido a qualquer tratamento para a doença, reporta cerca de 60-70% de impacto na esfera sexual.

Algumas opções de tratamento implicam o uso de fármacos que atuam na produção e ligação da testosterona às células da próstata. O principal impacto repercute-se no desejo sexual, resultante da inibição da produção de testosterona, necessária para privar as células cancerosas do estímulo para o seu crescimento e multiplicação. Este efeito perdura muito para além da interrupção do tratamento, cerca de 18-24 meses.

O cancro de próstata é muito sensível à radiação pelo que a radioterapia é uma opção terapêutica eficaz na cura da doença. Existem várias modalidades de administração desta energia: externa ou intracorporal, com várias técnicas que permitem conformar a energia administrada de modo a poupar os tecidos circundantes. Embora não tenha repercussão imediata e direta sobre os feixes vasculo-nervosos, os seus efeitos a médio prazo 3-5 anos, acabam também por se refletir na capacidade erétil, de causa neuro-vascular.

Já o tratamento cirúrgico denominado prostatectomia radical, implica a exérese da totalidade da próstata, vesiculas seminais e gânglios regionais, ao contrário das cirurgias para a doença benigna, em que apenas é removido o interior da próstata. São candidatos a cirurgia os doentes com doença localizada ou mesmo localmente avançada. Existem feixes nervosos, responsáveis pela obtenção da ereção que correm intimamente relacionados com as faces laterais do órgão, e que podem ficar seccionados ou seriamente comprometidos durante o procedimento cirúrgico, quer de forma direta quer indireta por ação das fontes de energia usada.

Convém referir que o urologista se concentra em primeiro lugar na exérese completa do órgão, no sentido de não deixar tecido remanescente – margem cirúrgica negativa. Existem também técnicas cirúrgicas que permitem poupar um ou os dois feixes vasculo-nervosos, mas que dependem da extensão local da doença e da sua localização particular.

Destacam-se as técnicas que recorrem a cirurgia laparoscópica ou robótica. Num mundo cada vez mais apoiado em recursos tecnológicos, a esmagadora maioria das publicações incidem sobre os resultados da cirurgia robótica, que são similares aos da cirurgia aberta em termos de margens cirúrgicas, um pouco melhores no que diz respeito à continência e tendencialmente superiores na preservação doa feixes vásculo-nervosos. Ainda assim os melhores resultados dependem em primeiro lugar do cirurgião. Se os feixes ficarem danificados existirá uma disfunção da ereção de causa neurogénica.

A recuperação

A recuperação dependerá sempre de uma multiplicidade de fatores. As co-morbilidades como é o caso da diabetes ou hipertensão, os hábitos de consumo ou adição, a capacidade sexual e erétil prévia ao diagnóstico, uma relação estável com parceira disponível para acompanhar e intervir ativamente no processo de reabilitação, são fundamentais. No caso do tratamento hormonal é expectável um retorno à normalidade, decorridos cerca de 18-24 meses após a interrupção dos fármacos.

Nos doentes submetidos a radioterapia quer externa quer com braquiterapia, uma reabilitação precoce com auxílio de fármacos vasodilatadores, permite uma manutenção da capacidade eréctil e retardam as consequências mais tardias.
Nos doentes submetidos a cirurgia, também a intervenção precoce, através do uso dos mesmos fármacos, acrescida do recurso a dispositivos de ereção por vácuo, são fundamentais e importantes na reabilitação. Na realidade porém, estas medidas nem sempre são iniciadas precocemente devido à incontinência urinária consequente à cirurgia, que poderá nalguns casos demorar várias semanas ou meses até ser atingida; ou se existe necessidade de tratamento complementar com recurso a radioterapia externa. É expectável a recuperação total ou parcial da capacidade eréctil a partir dos 6 meses de pós-operatório. Nos casos em que a perda da ereção é total, após os 12 meses, a única solução possível é o recurso à colocação de prótese peneana.

Um acompanhamento especializado e multidisciplinar por parte do urologista, equipa de enfermagem dedicada e andropsicólogas. É necessário captar e estimular a adesão do doente e sua parceira no sentido de compreenderem e aceitarem as diferenças inerentes à nova situação de forma a diminuir a taxa de abandono e desinteresse. As mulheres dos homens com cancro de próstata têm um papel muito importante e ativo na reabilitação sexual daqueles.

Combater o negativismo e o isolamento a que estes doentes habitualmente se remetem, com a informação especializada adequada, acompanhamento por parte da equipa médica e um bom apoio familiar.

Os números do cancro da próstata

O cancro de próstata é muito prevalente, sendo a doença maligna mais frequente no homem. Segundo os dados reportados a 2009 pelo Programa Nacional da Doenças Oncológicas da DGS, a incidência é cerca de 108 casos por 100.000 homens.
O conceito de recuperação sexual carece de melhor definição. Se se pensar num retorno completo à situação pré doença a taxa é relativamente baixa, cerca de 25-30% dos casos. No entanto, é possível conseguir obter capacidades erétil que permita uma relação penetrante capaz e satisfatória em muitos casos, obviamente dependentes da multiplicidade de fatores já enunciada. Como mensagem final gostaria de dizer que na esmagadora maioria dos casos é possível e desejável manter a sexualidade do casal, mesmo que não se atinga uma capacidade erétil total de forma espontânea.

Urologista – Dr. Rui Sousa

Agendar Consulta

Ficha de Cliente

Candidatura de Emprego

Ficha de Candidato